terça-feira, 30 de agosto de 2016

#VMAs em performance: Beyoncé, Rihanna e a volta da Deserto Tour!



Com nomes como Beyoncé, Britney Spears e Rihanna confirmados em sua lista de atrações, a edição 2016 do Video Music Awards tinha tudo para se tornar uma das mais épicas da premiação. É, mas será que foi? Com um line-up de apresentações bem mais enxuto, uma vez que Rihanna, mais nova artista a receber o Michael Jackson Video Vanguard Award pelo seu conjunto da obra videocliptica, tomou quatro blocos destinados a performances para si, o VMA desse ano puxou boa parte dos artistas-revelação para o seu pré-show e outros ainda para o pré-VMA, que aconteceu um dia antes.

Tove Lo, Phantogram, Bebe Rexha, Alessia Cara, Troye Sivan, Jidenna e Lukas Graham foram os nomes escolhidos pela MTV para se apresentarem em ambos eventos e, olha, eu fiquei bem satisfeito com tudo que vi. Só faltou mesmo a DNCE, que foi eleita pela audiência na categoria Best New Artist, e o Twenty One Pilots, que, sim, já tinha se apresentado no show principal ano passado, mas esse ano está bem mais em voga e não creio que eles se sentiriam rebaixados por serem puxados para o pré-show vide sua natureza alternativa.



Para comemorar o recebimento de seu Video Vanguard Award, Rihanna polarizou sua carreira em quatro blocos distintos de apresentações, voltadas, cada uma, para um estilo musical. Pop, dancehall, hip hop e R&B foram os gêneros escolhidos e as performances ficaram simplesmente demais. E quando falo performance eu tô me referindo ao todo. Cabelo, maquiagem, figurino, coreografia, produção, músicos, músicas. Tava tudo perfeito. E serviu bem pra gente ver o quão versátil a Rihanna conseguiu se mostrar ao longo dessa sua primeira década de carreira. Parece que faz muito mais tempo, né? São tantos hits! E o que dizer da justiça feita a "Bitch Better Have My Money", que, apesar de ter ficado de fora do Anti, foi apresentada como o hino que é? Virou TT e tudo! Riri arrasou








Pop, colorida, divertida. Ariana Grande fez da primeira performance televisionada de "Side To Side", seu mais novo single em parceria com a Nicki Minaj, uma verdadeira ode a era de ouro do VMA. É, porque a produção dessa apresentação tava um escândalo. Tudo muito grandioso. Do jeito que a gente gosta. É esse tipo de performance que nós curtimos ver nas premiações da MTV. Algo que encha nossos olhos e fique guardadinho na memória pra sempre. Eu, pelo menos, nunca vou esquecer! Ah, tem uma coisa que eu gostaria, sim, de apagar da minha memória. Aquela participação preguiçosa da Nicki Minaj. Cantora pop que não canta ao vivo por falta de potência vocal a gente até entende, agora rapper que inventa de cantar sem saber, usa voz de terceiros em seus registros e fica se confiando no playback não dá. Milli Vanilli Video Vanguard Award pra você, fofa!



Assim como a Ariana Grande, que refez algumas tomadas do clipe de "Side To Side" em sua performance, o Nick Jonas não só replicou o conceito do vídeo de "Bacon" como praticamente o regravou de uma maneira ainda melhor. Apesar de simplesmente não entrar na minha cabeça o fato de um artista performar uma música numa premiação direto de um estúdio, o irmão de Joe Jonas, que, inclusive, fez uma aparição na perfô com a galera da DNCE, soube virar o jogo no final, não só trazendo o Ty Dolla $ign para se apresentar com ele, como finalizando a apresentação na rua em cima de um carro dos bombeiros com a galera cantando a música em coro. Será que ele já sabia que a gente estaria em chamas ao final da performance? Arrisco dizer que sim!



Quando a gente achava que a Deserto Tour tinha chegado ao fim, eis que Britney Spears faz questão de passar como um furacão por cima da poeira para que nós possamos comê-la. A concepção da primeira apresentação televisionada de "Make Me" estava linda. As sombras, os figurinos, a coreografia. Mas há ressalvas. Não uma. Várias. Todo mundo sabe que eu sou um grande admirador da fia, mas há certos momentos em que a verdade precisa ser dita. E a verdade é que ela conseguiu fazer uma performance ainda mais medíocre que a de 2007. É, porque, se naquela época ela tinha inúmeras razões para justificar a sua falta de norte , hoje ela já não se enquadra mais no perfil de coitadinha. Muito pelo contrário. Sua vida vai muito bem, obrigado. Tranquila, feliz, despreocupada. Acho que despreocupada até demais!

A apresentação começou super bem. Aquela introdução onde as sombras simulavam que a fia trajava um longo quando, na verdade, estava semi-nua, foi simplesmente demais. É, mas a gente preferia o longo, viu? Queriamos ver algo diferente e Britney com um bodysuit deixou de ser novidade lá em 2000. Quanto ao uso de playback, não sei nem se vale a discussão, uma vez que já tem um bom tempo que nem mesmo as baladinhas são interpretadas ao vivo, logo, deixarei passar, mas na próxima vez que a fia fizer a gente de trouxa pegando microfone de mão sem necessidade, O BICHO VAI PEGAR. E quanto ao rumor que vem circulando na web que o cover de "Me, Myself & I" seria interpretado ao vivo, mas o microfone, por algum motivo, foi desligado, balela. É, porque o microfone de todos os artistas que se apresentaram ao longo da noite estavam ligados e funcionando perfeitamente. Por que só o dela não? Adoraria estar aqui pagando o maior pau e vangloriando essa performance, que tinha tudo pra ser épica, mas, infelizmente, não foi. Pode ser que daqui a alguns anos ela ainda seja lembrada por marcar o retorno de Britney Spears ao palco do VMA, mas hoje ela é algo totalmente esquecível. Eu, pelo menos, já esqueci.



Enquanto Britney Spears leva sua carreira no pagode, Beyoncé mostra que não é só porque é uma das artistas mais relevantes dessa geração que vai deixar de dar o seu melhor revelando-se o mais interessante, ambiciosa e inventiva que puder. A mulher tá cada dia mais megalomaníaca. Criando coisas novas. O mundo é o limite. E, olha, corre o risco do mundo ficar pequeno pra ela muito em breve. Beyoncé entregou em 15 minutos o que Rihanna precisou de uma noite inteira para desenvolver. A fia cantou, dançou, interpretou, gritou, saiu correndo, agrediu câmeras. Pergunta se ela ao menos ficou ofegante? Não sei se é genética ou preparo físico ou ambos, só sei que a fia destrói. Outra coisa que eu não sei é porque ainda me surpreendo, uma vez que a linda nunca deu um escorregão na carreira. É evolução por cima de evolução. Destruição por cima de destruição. Confesso que o Lemonade tava longe de ser um dos meus álbuns favoritos, mas, depois dessa eu só quero saber de ouvir ele no repeat enquanto tento reproduzir 1% de tudo que ela fez nessa performance direto do meu quarto.



Pouco antes da Rihanna encerrar a noite com seu último medley, nós ainda tivemos os lindos do The Chainsmokers em parceria com a Halsey cantando "Closer", música que atualmente assina como #1 no Hot 100 da Billboard americana. Assim como cada um dos artistas que se apresentou naquela noite, eles imprimiram bem sua identidade na performance. Os caras são artistas do segmento eletrônico, então eles precisavam do que? Nada mais que uma intérprete e suas pickups. No caso, eles também cantam, então a Halsey foi a cereja do bolo, porque, convenhamos, essa música não seria a mesma sem ela. A sensação que essa apresentação me passou foi a mesma de alguns dos nossos artistas favoritos em sua estreia na premiação. Dava pra ver a animação na cara deles. Acho que os fios sequer acreditavam que estavam ali, mas, nem por isso, deixaram de entregar o seu melhor. Única coisa ruim foi a produção que demorou um bocadinho pra soltar aqueles papéis picados no final. Testaram antes não, fios?



E esse foi o VMA 2016! Tem muita gente falando que essa foi uma das piores edições da premiação e eu concordo em parte. Apesar das atrações terem sido ótimas, faltou gente famosa naquele auditório. Não sei vocês, mas, já na primeira hora de show, eu não não aguentava mais olhar pra cara da Kim Kardashian. Só tinha ela lá? Porque não puxaram outras celebridades pra frente? Porque não estão tão em evidência? Bem, meus queridos, ruim é o tal do nada! Isso sem falar nos prêmios que ficaram em último plano esse ano. Entregaram quantos ao vivo? Uns cinco? Entregaram vírgula, né? Porque em boa parte dos awards apresentados os artistas sequer estavam lá. Pelo menos da acusação de que só ganha quem vai a MTV está livre. Se bem que ninguém foi, né? Adele e Justin Bieber, que estavam logo atrás de Beyoncé em número de indicações sequer tocaram no assunto domingo passado. Mas também, né? Iam só pra dar close? Não ganharam nada, coitados. E aqueles apresentadores, gente? Tanta gente boa desempregada (incluindo eu) e aquele povo ali! Meu Deus do céu. O VMA é uma das poucas coisas boas que sobrou da verdadeira MTV. Tão querendo acabar até com isso? Acorda pra vida Music Television!

sábado, 27 de agosto de 2016

Breezy vampirão, divulgação #GLORYosaney, a restauração de Rebecca Black e muito + no #DCNYT!



O #DataClipeNoYouTube não é o mais novo single da Cher Lloyd mas também tá ativado e recheado com as últimas novidades do mundo da música! No vídeo dessa semana eu falo sobre a volta do vampirismo trazido pelo Chris Brown no clipe de "Grass Ain't Greener", a supracitada Cher Lloyd renovando o seu pacto com a galerinha illuminati em "Activated" e o NX Zero, que tava sem tempo pra gravar clipe novo, mas deixou o trabalho à cargo de duas bailarinas pra lá de competentes que fizeram a gente amar o mais novo registro visual dos caras já na primeira "Fração de Segundo".

Britney Spears e a maratona de divulgação do Glory, que tá rendendo desde participações em programas de rádio e tv até shows fora de sua residência em Vegas, também é destaque no vídeo dessa semana, bem como o comeback cor-de-rosa do Kings Of Leon, que já está com tudo pronto para o lançamento de seu sétimo álbum de inéditas, e Rebecca Black, que também marcou o seu retorno à música na última, vejam só, sexta-feira com "The Great Divide", faixa que tem tudo para ser uma divisora de águas em sua carreira. O pico de "Closer" do The Chainsmokers com a Halsey no Hot 100 da Billboard, além de outras movimentações importantes e estreias na parada, também rendem uns papos por aqui. Dá o play:



E aí, curtiu? Então não deixe de se inscrever no nosso canal no YouTube abaixo, deixar o seu joínha no vídeo, bem como compartilhar com os amigos em suas redes sociais!


Links da semana:

Clipe de "Grass Ain't Greener" do Chris Brown.

Clipe de "Activated" da Cher Lloyd.

Clipe de "Fração de Segundo" do NX Zero.

As últimas de Britney Spears.


O comeback do Kings Of Leon.

Rebecca Black restaurada em "The Great Divide".

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Cher Lloyd participa de ritual de iniciação illuminati no clipe de "Activated"!



A Cher Lloyd está finalmente de volta! Não a artificialmente chumbrega do Sorry I'm Late, mas a arrojada e cheia de atitude do Sticks and Stones, só que numa versão infinitamente melhorada. Depois da pisada em falso que foi o seu segundo e medíocre álbum de inéditas, a fia parece ter tirado um tempo para reavaliar alguns conceitos a respeito de sua carreira e, aparentemente, está pronta para dar início aos trabalhos de seu mais novo projeto.

"Activated", primeira amostra dessa nova fase, traz de volta uma das nossas características favoritas na música da fia: a desconstrução. Passando longe de qualquer padrão melódico, essas faixas contam com uma série de fragmentos sonoros dispersos que vão sendo reorganizados ao longo dela, como que numa espécie de quebra-cabeça, onde sempre falta uma peça no final.

Dirigido pelo Cala3reeze, o clipe do single chega com uma pegada toda obscura, urbana e futurística, onde vemos Cher participando de uma espécie de ritual de iniciação illuminati com direito a dementadores virtuais, bebidinhas suspeitas e poltergeists televisivos. Tá BEM conceitual! Horripilante em certos momentos e moderadamente sensual em outros. Algo ousado e, assim como a música, totalmente fora dos padrões. É isso aí, Cher! Assista:

Ouça "Deluded By Mom", single de estreia do Rao, criador de Girls In The House!



Tava todo mundo querendo saber que música era aquela que a Honey tava ouvindo em Sexy Trap, penúltimo episódio da segunda temporada de Girls In The House. Trata-se de "Deluded By Mom", carro-chefe do álbum de estreia do Raony Phillips (ou simplesmente Rao), conhecido por ser o criador de uma das webséries de maior sucesso dos últimos tempos.

Como a gente bem sabe, o Raony é o responsável pela dublagem de boa parte dos personagens de GITH, incluindo a Duny, que possui uma carreira musical fora da série em regime de spin-off. Com o segundo álbum de inéditas da fia, o BOSSBABY (que sai agora em setembro), devidamente finalizado, Rao achou que seria uma boa dar início aos trabalhos de divulgação do seu próprio projeto musical.

Intitulado First Cut, o primeiro álbum de inéditas do cara, ainda não conta com uma data de lançamento definida, mas, segundo o próprio, sai em algum momento do ano que vem. Nós já tinhamos tido a oportunidade de ouvir "Deluded By Mom" anteriormente e notamos algumas diferenças sutis no registro. O lance é que, de acordo com o Raony, um novo trabalho de mixagem foi feito, dando ares mais limpos e um acabamento profissional a canção. Ouça:



Pra quem não sabe, essa não é a primeira vez que o Raony se aventura pelo universo musical. No início do ano passado ele lançou uma faixa chamada "Miss Heartbreak" para o concurso de uma produtora que ganhou, inclusive, um vídeoclipe pra lá de bem produzido. Confira:

terça-feira, 23 de agosto de 2016

"Liar" X "Cry Me a River": O que demorou mais, a resposta ou a vergonha na cara?



Não se fala em outra coisa! O Glory, nono álbum de inéditas da Britney Spears, vazou no último final de semana e, tão logo ele chegou aos nossos ouvidos, não tardamos em identificar alguns, digamos, shades (ou será que devo dizer acertos de contas?) presentes no registro. Ao longo da madrugada do último sábado (20) comentamos faixa a faixa em nossas redes sociais e, ao longo desse processo, encontramos canções que remetem, não só a acontecimentos recentes da vida da Princesa do Pop, mas também a fatos que, de tão ultrapassados, acreditávamos que nunca mais seriam abordados.

Como vocês já devem saber, vide título do post, estamos falando de seu término com Justin Timberlake, acontecimento este que, por incrível que pareça, ainda inflama os tablóides até hoje. Coincidência ou não, poucos dias antes do disco cair na web, o Buzzfeed fez uma publicação onde falava sobre o fato de JT estar usando o nome de BS para se autopromover, desde a sua saída do 'N Sync (a gente sabe que começou bem antes disso), até os dias de hoje. Apesar dele ter negado incontáveis vezes, todo mundo sabe que "Cry Me a River" é SIM uma faixa que fala sobre o término dos dois. Assim como "What Goes Around... Comes Around" foi feita para tripudiar a já extenuada imagem de Spears, que passava por uma das piores fases de sua vida naquele momento.

É, mas, voltando pra "Cry Me a River", a faixa é bastante direta no que diz respeito ao fim do relacionamento dos dois. A mídia queria ouvir da boca dele, através de um pronunciamento oficial, mas tava tudo ali, na letra da música: Você se aproveitou de uma oportunidade para fazer outros planos / Mas eu aposto que não fazia ideia de que eles poderiam desabar / Você não precisa assumir o que fez / Eu já sei de tudo / Descobri através dele / Agora já não há mais chance para nós dois / E nunca haverá / Suas pontes foram queimadas e agora é a sua vez de chorar. Alguma dúvida de que Britney foi acusada de infidelidade? Tá tudo bem claro pra mim.



Culpada ou não, tudo que Spears menos queria era dar assunto pra mídia e ter que esmiuçar os por menores do fim de sua relação em algum impresso ou programa de tv. Visando acalmar os ânimos de todos, agitados pelas constantes declarações de Timberlake, ela não tardou em compôr uma carta aberta de desculpas para seu ex-namorado, não só assumindo a culpa pelo fim do romance dos dois (nunca confirmando que o traiu, tá?), como declarando que, mesmo em meio a tantos ataques, ainda o amava. Pra quem não sabe, eu tô falando de "Everytime", faixa do In The Zone, lançado em 2003, um ano após o Justified: Eu quero acreditar que você está aqui / Só assim consigo ver tudo mais claro / O que eu fiz? / Você superou tudo tão rápido / Sempre que tento voar eu caio / Me sinto tão pequena sem minhas asas / Acho que preciso de você / Sempre que te vejo nos meus sonhos / Seu rosto está la, me assombrando / Acho que preciso de você. Mais claro que água, não é mesmo?



Com a chegada de "Liar" (Mentiroso em inglês), muitos disseram que Britney demorou demais para dar sua reposta, uma vez que "Cry Me a River" foi lançada há quase 15 anos. É meus caros, mas, como vocês puderam ver, a réplica foi dada já ano seguinte, onde ela respondeu aos ataques com uma declaração de amor e acabou sendo total e completamente ignorada por seu ex. Aquela era a ocasião perfeita para que fosse passada uma borracha em cima de tudo e os dois pudessem seguir as suas vidas... juntos. Como a gente bem sabe, Justin não só não aceitou as desculpas dela, como continuou a fazer uso desse acontecimento para ostentar a sua imagem de bom moço enquanto seus discos voavam das prateleiras.

Todo mundo sabe que, depois do In The Zone, a vida pessoal e profissional de Britney virou um verdadeiro caos. Casamento mal sucedido, risco de perder a guarda dos filhos pro canalha do Kevin Federline e uma depressão controlada após quase uma década de muitos (mas MUITOS) medicamentos são alguns dos saldos dessa época que a gente rememora sempre que resolve puxar um extrato. Finalmente recuperada, Spears volta, pouco a pouco, a andar com as próprias pernas e falar por si só, fato este refletido diretamente no Glory, que é, sem sombra de dúvidas, o seu melhor registro desde o já citado In The Zone. Com o processo criativo de sua carreira novamente nas mãos, a fia não tardou em dar uma resposta digna para Timberlake, que, cá entre nós, fez boa parte de sua carreira em cima dela.

Em "Liar", a fia finalmente lava a roupa suja e o desmascara, atestando que ele é um mentiroso de marca maior: É tarde demais para desculpas / Não há nada que você possa me oferecer agora / Estou vendo você de joelhos / E já ouvi demais / Pode rastejar, porque eu nunca vou voltar atrás / Pode chorar, você não engana mais ninguém / Você sabe que eu sei que você sabe que eu sei / Que você é um mentiroso / Pode rastejar, implorar e sangrar / Fale, mas mantenha a mentira entre seus dentes / Eu estou à esquerda nas cinzas da ponte que você queimou / Você sabe que eu sei que você sabe que eu sei / Que você é um mentiroso. Em outras palavras, Britney Spears finalmente criou uma coisa chamada vergonha na cara e viu que, não é só porque amamos alguém, que devemos permitir que tal pessoa zombe, desrespeite e menospreze os nossos sentimentos. É como a minha mãe sempre diz: Vergonha na cara é uma coisa que a gente demora a criar, mas quando cria... é de uma vez!

Kings Of Leon anuncia sétimo álbum de inéditas através de teaser surpreendente!



Eu já dei cada grito aqui em casa que vocês tem noção! Quando eu vi alguns veículos noticiando a chegada do sétimo álbum de inéditas do Kings Of Leon, que, pra quem não sabe, é uma das minhas bandas de rock favoritas, eu fiquei felizão, claro, até porque os caras tem conseguido se superar à cada nova produção, fazendo com que o meu registro predileto deles mude à cada novo lançamento, mas sabe o que me levou, de fato, à loucura com relação a essa confirmação? Os teasers divulgados pelos fios através de suas redes sociais.

O primeiro deles, onde vemos um pequeno frame de cada era seguido de um registro em vídeo da banda em estúdio, foi até comedido, e bem nos moldes de algo que a gente esperaria ver num teaser do KOL, agora o segundo... Gente, que loucura é essa? Juro pra vocês que se qualquer pessoa chegasse me dizendo que se tratava de um viral ou algum outro tipo de material promocional relacionado a artistas como Miley Cyrus ou Katy Perry, eu acreditaria na hora. Agora Kings Of Leon?

Não confundam a minha surpresa com rejeição, até porque eu adorei tudo que vi e estou, não só maravilhado, como em choque com tudo que essa era terá para nos proporcionar. E o que dizer da mais nova foto de perfil dos caras? É essa aí que ilustra o post, ó! Jesus amado. Quase uma boyband. O que será que essas criaturas passaram esses dois últimos anos aprontando? Será que vai vir muito pop chiclete, com direito a coreô, sintetizadores e, quem sabe, até featurings com rappers por aí? Eu não duvido. Dá só uma olhada no teaser pra não dizer que eu tô exagerando.



Viram aí, né? Gente, será que o Kings Of Leon também vai Taylor Swiftzar? Não seria a primeira vez, né? Até porque, antes de serem uma banda de rock alternativo, os fios apostavam numa sonoridade mais brejeira, como que numa versão mais carregada da nossa música sertaneja (SÉRIO, vê aqui). Não, e detalhe, que o álbum se chama Walls, de sentido dúbio, servindo também como sigla para We Are Like Love Songs, mas a banda está chamando ele de #KOL7 em suas redes sociais. Tipo o #R8 da Rihanna, #B9 da Britney Spears e #LG5 da Lady Gaga. Tem coisa mais pop que isso? Ai, eu tô nervoso! O carro-chefe do disco se chama "Waste A Moment" e chega aos nossos ouvidos no próximo dia 12 de setembro (bem a tempo pro meu aniversário ). Só vem #KOL7, só vem!



ATUALIZAÇÃO 25/08 ás 20h: O Kings Of Leon acaba de divulgar a tracklist do Walls através de um novo vídeo teaser publicado em suas redes sociais. O registro, que chega as lojas no próximo dia 14 de outubro, contará com um total de 10 faixas, incluindo o carro-chefe "Waste A Moment", a faixa-título "Walls" e "Muchacho" (que eu ainda nem ouvi mas só pelo nome já amei mais que tudo). Confira:

01. Waste A Moment
02. Reverend
03. Around The World
04. Find Me
05. Over
06. Muchacho
07. Conversation Piece
08. Eyes On You
09. Wild
10. WALLS